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Síndrome do Pânico

Síndrome do Pânico
A Síndrome do Pânico ou Transtorno de Pânico encontra-se entre os Transtornos de Ansiedade, caracterizada por crises inesperadas de desespero e medo intenso de que algo ruim aconteça, mesmo que não haja motivo algum para isso ou sinais de perigo iminente.

Os Ataques de Pânico são definidos por sentimentos de medo, desconforto, sensações de perigo ou catástrofe iminente, e pela presença de pelo menos 4 de 13 sintomas somáticos ou cognitivos.

Os sintomas são:
  • Palpitações ou taquicardia
  • Sudorese
  • Tremores ou abalos
  • Sensação de falta de ar ou sufocamento
  • Sensação de asfixiador ou desconforto torácico
  • Náusea ou desconforto abdominal
  • Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio
  • Sensação de desrealização ou despersonalização
  • Medo de perder o controle ou enlouquecer
  • Medo de morrer
  • Parestesias
  • Calafrios e ondas de calor
As pessoas com Transtorno de Pânico podem apresentar sofrimento psíquico e danos em importantes áreas da vida, os relacionamentos interpessoais, produtividade e assiduidade no trabalho/ escola e atividades habituais ficam prejudicadas.

Comorbidades são muito comuns no Transtorno de Pânico, assim, é de extrema relevância o acompanhamento clínico para um diagnóstico diferencial adequado. Em indivíduos com Transtorno de Pânico as taxas de comorbidade com Transtorno Depressivo Maior variam de 10 a 65%, com Fobia Social e Transtorno de Ansiedade Generalizada de 15-30%, com Fobia Específica de 2-20%, com Transtorno Obsessivo Compulsivo em até 10%, Estresse Pós Traumático de 2-10%, além destes, pode haver também comorbidade entre o Transtorno de Pânico com outros Transtornos do Humor, com quadros de Abuso ou Dependência de Álcool e outras Drogas, com quadros de Hipocondria, entre outros.

O tratamento é fundamental para um melhor prognóstico e ajuda o paciente em todo seu sofrimento psíquico; quanto mais precocemente for iniciado, maior a chance de prevenir ou minimizar as complicações, o aparecimento de comorbidades e os custos sociais envolvidos.
  • O tratamento pode ser feito através de intervenções psicoterapêuticas, psicofarmacológicas ou combinadas. A terapia cognitivo-comportamental mostra-se bastante eficaz no tratamento deste tipo de Transtorno, há também a utilização de tratamentos com psicoterapia de orientação psicanalítica e psicanálise e terapias breves de base psicodinâmica focados no Transtorno.
Referências Bibliográficas:
Salum et al (Giovanni Abrahão Salum, Carolina Blaya, Gisele Gus Manfro). Transtorno do pânico. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. 2009. 31(2):86-94.

PSIQUIATRIA, Associação Americana de. Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais - DSM-IV-TR. Trad. Cláudia Dornelles, 4° ed. rev. Porto Alegre: Artmed, 2002 (p.419-429).
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